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“Mulher Maravilha” - Crítica da Semana


 Um dos filmes mais aguardados do ano, “Mulher Maravilha” chega hoje nos cinemas de todo o país!


O filme solo da "Mulher Maravilha" interpretada pela bela Gal Gadot(Mais conhecida como Gisele de Velozes e Furiosos 4 e 5) é mais focado em sua origem.  O longa dirigido por Patty Jenkins (de "Monster - Desejo Assassino) mostra como ela se formou e o que aconteceu para que ela se torne a guerreira apresentada anteriormente em “Batman vs  Superman: A Origem da Justiça”.


Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, e o filme mostra o crescimento de Diana em Themyscira, junto das Amazonas, recebendo o amor e a proteção de sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen) e aprendendo tudo o que pode para se defender com sua tia, a guerreira Antíope (Robin Wright).


Desde o começo, Diana é obstinada e sabe que seu dever como Amazona é defender o mundo dos homens da ira e tirania dos Deuses e essa é uma convicção que continua firme enquanto ela cresce. Então, quando Steve Trevor (Chris Pine) aparece em Themyscira e traz, junto com ele, a Primeira Guerra Mundial, Diana não perde tempo para cumprir seu destino e proteger a Terra.


Logo no inicio percebemos a força de Diana em cumprir seu dever, e em deixar que a humanidade aproveite a vida, um presente dado por Zeus, fica claro que ela não tem outra motivação na vida além de ser quem ela nasceu para ser! É muito interessante perceber como isso a torna ingênua quanto aos costumes e à natureza humana, pois para ela, o ser humano é gentil e amável e apenas, pela influência dos Deuses, os homens se tornam maus.


Mas, "ao longo do longa"(rs), ela vai percebendo que, na verdade, o homem tem o bem e o mal, cabendo a ele mesmo decidir qual irá prevalecer.


Vale destacar a história de amizade entre Diana e a equipe de Trevor, formada pelo agente secreto especializado na arte do disfarce Sameer (Saïd Taghmaoui), o atirador Charlie (Ewen Bremner) o nativo americano Chief (Eugene Brave Rock) e a secretária Etta (Lucy Davis). Juntos, eles formam uma força em que um se apoia no outro para conseguir suportar os terrores da guerra e é neles que Diana percebe a força da humanidade e tudo que eles tem de melhor.

O filme tem uma fotografia belíssima assinada pelo competente Matthew Jensen (“Poder Sem Limites”, “Quarteto Fantástico”, série da HBO “Game of Thrones”), que por ser bem iluminado, se difere das obras anteriores da DC onde  a escuridão é predominante(Difícil ver Batman de preto no escuro!).

  “Mulher-Maravilha” vale o ingresso e certeza de diversão para toda familia!

“Mulher-Maravilha” chega hoje às salas de cinema do Brasil, quando Gal Gadot retorna como a personagem-título do épico de ação e aventura. Unindo-se a Gadot no elenco internacional estão Chris Pine (“Star Trek”), Connie Nielsen (“Gladiador”), Robin Wright (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, série da Netflix “House of Cards”), David Thewlis (filmes “Harry Potter”, “A Teoria de Tudo”), Danny Huston (“Fúria de Titãs”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”, “Expresso do Amanhã”), e Saïd Taghmaoui (“Trapaça”).


A Warner Bros. Pictures apresenta Mulher-Maravilha, em associação com RatPac-Dune Entertainment, uma produção da Atlas Entertainment/Cruel and Unusual.
O filme tem estreia prevista para 1 de junho de 2017 no Brasil e será distribuído pela Warner Bros. Pictures

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“Mulher Maravilha” - Crítica da Semana “Mulher Maravilha” - Crítica da Semana Reviewed by Sétima Art on 10:06:00 Rating: 5

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