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" A Bruxa" | Crítica da Semana


“ A Bruxa” primeiro filme do cineasta Robert Eggrs, realizado com um baixíssimo orçamento, e depois de passar por festivais arrancando elogios de publico e críticos, chega aos cinemas já com status de “Clássico Moderno”. O longa se passa na colônia da Nova Inglaterra no século 17 e mostra uma família que após ser ameaçados de ser banidos por sua comunidade, se mudam para um local em uma floresta distante e desabitadas.


No novo “Lar”, o pai William(Ralph Ineson), a mãe Kaherine(Kate Dickie), a filha adolescente Thomasin(Anya Taylor-Joy), o filho pré adolescente Caleb (Harvey Scrimshaw) e os gêmeos Mercy(Ellie Grainger) e Jonas(Lucas Dawson) presenciam estranhos acontecimentos. E é aí, que o filme fica atraente, tudo é muito sutil, sem querer se pegar em sustos ou clima demasiadamente sobrenatural.  Tudo é quase o tempo todo apenas sugerido, e mesmo assim fica bem claro ao espectador o que se passa.


O ponto alto da tensão se dá no momento que o bebê da família some sem deixar vestígios (Não é spoiler, o sumiço passa no trailer! Rs), o clima do filme fica mais e mais tenso e adquire sua forma.
O enredo do filme é simples e não traz nada de novo, pelo contrario, mas é eficaz de uma forma incrível pois vai trabalhando o psicológico dos personagens e do expectador.


Fotografia abusando de tons frios contribui para deixar as cenas mais perturbadoras, as tomadas externas com pouca luminosidades contrasta pelo interior da casa escura e som contornos cria um mal estar psicológico, resultando em o espectador tenso após o final da película.

Stephen King, que é o grande mestre do horror de todos os tempos, revelou no seu Twitter que ficou bastante incomodado ao assistir nos cinemas. Então,  por aí, dá pra se ter uma noção do é esse filme.


 “ A Bruxa” acerta onde o cinema de terror atual erra, deixando de lado os exageros tão comuns às produções contemporâneas. O clima é pesado, apresentando uma família temente a Deus, vivendo isolada, quando o mal começa a afetar suas vidas de maneira assustadora.



Curiosidades:
O filme foi exibido no Festival de Sundance 2015 e rendeu a Roger Eggers o prêmio de melhor diretor de filme dramático americano.
A crítica ficou bastante animada com o filme e fez comparações com produções como O Exorcista (1973) e O Iluminado (1980).
Este é o primeiro longa-metragem dirigido por Roger Eggers.
A atriz Kate Dickie, mais conhecida por seu papel como Lisa Arryn em Game of Thrones, está no elenco.
Também está no elenco o ator Julian Richings, que interpreta a Morte na série Supernatural.

Veja o novo featurette e um novo comercial de televisão aqui!.

Direção: ★★
Fotografia: ★★
Elenco: ★★

Com um clima assustadoramente tenso, " A Bruxa" é uma homenagem ao cinema de horror, nasce como clássico moderno e celebra o cinema arte. Se você gosta do gênero, vale o ingresso! 
                                                               Nota Geral: 4,5pts
                                                                     (Excelente)


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" A Bruxa" | Crítica da Semana " A Bruxa" | Crítica da Semana Reviewed by Sétima Art on 10:18:00 Rating: 5

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