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13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi | Crítica da semana


Um filme com Michael Bay na direção é certeza de 5 coisas: Explosões, Exército Americano, explosões, explosões, e explosões. E em "13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi", não é diferente, o longa é baseado em fatos reais e passa em 2012, quando no aniversário do 11 de setembro, uma base americana em Benghazi, na Líbia, sofre um maciço ataque terrorista. Mas com um enredo simples e roteiro confuso não consegue cativar o expectador.


Outro ponto de se destaca na linha dos filmes Bay são os protagonistas marcante, temos "Os Bad Boys"(1995) com Will Smith, "A Rocha"(1995) com o então ainda brilhante Nicolas Cage, seguindo por Armageddon(1998) com Bruce Willis e companhia e culminando com a franquia "Transformers" primeiro com Shia LaBeouf(Sem as loucuras que o ator passa atualmente)  depois sendo substituído por  Mark Wahlberg. O que não acontece em "13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi" onde o elenco não consegue cativar o expectador, em nenhum momento você sente apreço pelo pelotão. Na historia John Krasinski (Licença para casar- 2007) interpreta o soldado Jack que assume a posição de protagonista e conduz a historia entre os anos de 2011 e 2012, na embaixada americana na Líbia, um país recém-saído de uma ditadura de décadas e com uma conjuntura política instável. Ali os militares são vistos como uma força oculta, considerada inútil por agentes da CIA, que enxergam a possibilidade de ataques como nula.


  O longa começa dentro da ação e depois somos transportados para antes dos acontecimentos iniciais mas, o roteiro peca em minuciar muitos os eventos, tornando tudo muito maçante, o filme termina e você sente que poderia ter pelo menos 30 minutos a menos.  É uma história de ação com toques de drama, mostrando poucos homens lutando contra chances quase impossíveis de sobreviver, mas o roteiro peca em dar foco as brigas constantes entre os personagens, deixando de lado pontos importantes com a falta de comunicação entre as equipes e o risco de fogo amigo, nesses momentos o roteiro podia dar mais tensão ao longa .


 Um ponto a favor do filme é que diferente do que você pode achar, não é mais uma produção idolatrando os americanos e como eles são os salvadores e heróis. A situação em Benghazi é apresentada de um modo que deixa claro que os terroristas são criminosos sem perdão, mas também ressalta os erros do governo americano e como abandonam os seus. "13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi"  tem cenas de ação de cair o queixo, mas quando as luzes se acendem fica sensação que o longa não apresenta e nem acrescenta nada demais.


História e Criatividade:   
Enredo:   
Personagens:   
Explosões(Rs):   ★★ 
Efeitos:  ★ ★
                                                              Nota Geral: 3,5pts
                                                                    (Razoável)
"13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi" não acrescenta nada de novo ao gênero e acaba por ser mais longo do que deveria, pecando em focar em coisas pequenas e deixando pontos altos dos acontecimento de lado.


Sinopse
No dia 11 de setembro de 2012, em Bengasi, na Líbia, a embaixada americana sofre um ataque terrorista contra a exibição de um filme sobre o profeta Maomé. O caos no interior do prédio se instaura e o embaixador dos Estados Unidos e outros três funcionários morrem. Resta aos militares tirarem os sobreviventes em segurança.

Elenco: John Krasinski, Pablo Schreiber, James Badge Dale, David Denman, Dominic Fumusa, Max Martini, Alexia Barlier, David Costabile, Toby Stephens.


Direção e produção de Michael Bay
EUA, classificação:16. 143 min.

Curiosidades
O filme é baseado em fatos reais, narrados no livro 13 Hours, de Mitchell Zuckoff.
Os militares que enfrentaram a situação real trabalharam como consultores no longa.

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13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi | Crítica da semana 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi | Crítica da semana Reviewed by Sétima Art on 05:11:00 Rating: 5

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